Eu sou a Universal Universal

Minha história

Sou o Dr Amorim. Magistrado, advogado e consultor: Eu sou a Universal!

"É deixar que Deus dirija os passos, pois os resultados serão, com certeza, de realizações."

De lá da Bahia

 

São Francisco do Conde fica a 71 quilômetros da capital. E foi nesta cidade – que pertenceu a Salvador até 1697, quando foi emancipada – que nasceu Everaldo Cardoso de Amorim, há 72 anos.

Ele é casado com Ise Costa de Amorim e juntos têm uma história que já dura 54 anos, formando um par perfeito. Ele tímido, porém destemido. Ela, uma típica baiana, que não apenas sorri, mas gargalha de forma expansiva e mostra toda a alegria que a Bahia tem.  Essas diferenças entre os dois, embora acentuadas, é o tempero certo para uma união estável.

Um dos netos diz: “meu avô é a pessoa mais calma que eu conheço. Brava é a minha avó!” Mas logo sorri, demonstrando o grande amor que sente pelo casal, que conseguiu o que poucos conseguem: a base familiar sólida como uma rocha e a admiração dos dois filhos e dos cinco netos – que eles consideram presentes de Deus.

A infância de Amorim foi desbravando a bela ilha Madre de Deus, onde aprendeu a nadar, sozinho, sem qualquer orientação. Cresceu pescando, caçando aves e mamíferos de pequeno porte, além de embrenhar-se  nos manguezais. Como meio de transporte utilizava uma pequena canoa, cavalos e jumentos. Uma das grandes paixões era jogar futebol nas praias e nos pequenos campos de terra. Nutria um sonho, de ser funcionário da Petrobras – o que pode ser facilmente explicado, já que ele cresceu acompanhando o desenvolvimento da Refinaria na região, que começou a ser construída em 1949 e foi a responsável pelo descobrimento dos primeiros poços de petróleo no País. Naquela época, a maioria dos moradores da ilha trabalhava na refinaria. O pai de Amorim também era petroleiro. Não era um homem rico, entretanto, trabalhador. Ise explica que “essa época era uma loucura. Trabalhar na refinaria dava bastante dinheiro e muitas pessoas viviam em meio à ostentação. Existia até cortina de dinheiro em algumas casas e todos só pensavam em trabalhar como petroleiros”.

 

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Como a magistratura entrou na minha vida

As aventuras na ilha tiveram que ficar para trás, pois aos 13 anos Amorim foi com os pais para Salvador, onde tempos depois, se transformaria no doutor Amorim, juiz de direito, trabalhando no primeiro Tribunal de Justiça do Brasil, abrigado na Bahia. Na nova cidade, ele não teve tempo para observar as novidades, afinal, precisava estudar. Além do colégio militar, onde passava a maior parte do seu tempo, ele também começou a estudar línguas, e para pagar estes cursos, começou a trabalhar – ainda menino.

Aos 18 anos serviu no Exército Brasileiro e seguiu carreira como militar até os 24 anos, chegando a conquistar a patente de capitão da Polícia Militar. Depois de casado, e trabalhando como representante comercial, resolveu seguir com um dos projetos antigos, motivado também pela esposa. Foi assim que entrou para a faculdade de administração de empresas e para bancar os estudos precisou trabalhar ainda mais intensamente. Ise lembra-se bem desse período e diz que “foi muita luta para ele estudar, pois já tínhamos nossa família. Não faltava nada, mas era preciso fazer sacrifícios. Eu sempre me contentei com o que ele podia me dar”. Amorim sabia que a educação era uma necessidade para sua vida e declara que pensava da seguinte maneira: “De origem simples, sem estudos, provavelmente não conseguiria ser alguém um dia”.

A luta era dura, mas o baiano seguiu seus impulsos sem jamais desistir. Cursando administração, em meio às aulas, livros e provas, enveredou mesmo foi pelo direito – uma grande paixão! Ele vivia a se imaginar como um advogado brilhante, lutando pela ordem e a justiça, se apresentando nos tribunais. Mas, após se tornar advogado, a vocação deu lugar ao chamado: “A profissão de magistrado entrou na minha vida por especial desígnio de Deus. Não há outra explicação. Algo que não projetei se manteve em minha vida por tantos anos”. Em 1986, Amorim tornou-se juiz e dedicou 28 anos de sua vida à magistratura, empenhando-se para exercer a profissão da melhor maneira possível. “Meu marido sempre foi um homem íntegro. Ele viajava para as comarcas do interior e eu precisava ficar com as crianças. Porém, mesmo distante, o apoiava. Sempre pedia a Deus que desse a ele a direção ao julgar, para que uma injustiça jamais fosse cometida”.

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Por trás de um grande homem, uma grande mulher

Há oito meses ele cedeu à aposentadoria. Muitas pessoas no seu lugar iriam descansar e aproveitar ao máximo a companhia de sua família, mas Amorim resolveu entregar-se à sua antiga paixão. Reciclou-se, passou a estudar ainda mais e voltou a exercer a advocacia. Ele e o sócio mantêm um belo escritório de consultoria jurídica, em uma área comercial privilegiada de Salvador.

Sua garra é a mesma de quando começou a trabalhar. A força de vontade para fazer valer a justiça continua ditando as regras para o seu coração. Entretanto, para ele, nada do que aconteceu até aqui, incluindo o sucesso profissional, seria possível sem a mulher, pois garante que só passou a experimentá-lo após conhecê-la. Ela, que também está com 72 anos, é profissional da área contábil, porém há bastante tempo dedica-se à administração do lar e aos trabalhos sociais que realiza – o que diz ser a sua “motivação de viver”. Ela explica que todas as realizações na vida da família só foram possíveis porque há 32 anos eles fizeram a melhor escolha de suas vidas: entregaram seus caminhos a Deus e aprenderam a principal disciplina que é o valor da fé viva e transformadora. Ise foi a primeira da família a conhecer a Universal, assim que a instituição iniciou seu trabalho no Estado. Amorim revela: “Minha vida era um caos, apesar de já ser realizado profissionalmente. Gosto de dizer sempre que, diante de tudo o que conquistei, só vim a saber o que é ser feliz verdadeiramente depois que renasci na Universal”.

 

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Ele mantém uma vida ativa. Gosta de acordar cedo e dormir bem tarde, todos os dias. Além disso, quando fala de suas lutas, que não foram poucas, garante que não guarda decepções e explica seu ponto de vista:  “Vivemos num país em que tudo é previsível.  Vale dizer, é possível acontecer… até justiça e lealdade, às vezes. Daí porque, se alguém falha comigo, não anoto como decepção, por maior que seja o dano ou a surpresa”.

 

Desvios, só na alimentação, às vezes

Por conta desse exemplo de vida que o filho Sandro e o neto primogênito, Tiago, de 22 anos, seguiram os passos do patriarca, que para Amorim é motivo de grande orgulho. A filha Nadja, que também enche os pais de elogios, resolveu seguir outra profissão. Brincando, ele se refere a opção da filha como “desvio para a publicidade”. Seu bom humor fica nítido nas brincadeiras com a mulher e garante que se assumisse o fogão da casa, com certeza, seria um concorrente difícil de ser vencido, principalmente se o cardápio em questão for a feijoada baiana – seu prato predileto.

 

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Incansável

“A leitura é um hábito que pratico todos os dias. Meu projeto, ainda embrionário, é escrever sobre o Poder Judiciário. O lado bom, porque do lado ruim a imprensa já se encarregou”. Além da leitura, Amorim gosta de viajar, conforme suas próprias palavras: “Gosto de viajar pelo meu país, onde a corrupção não ofusca as belezas naturais”. Seus destinos preferidos são Fortaleza, Aracaju e São Paulo.

Diante dessa história, podemos indagar: o que é ter sucesso na vida? Para o doutor Amorim “É deixar que Deus dirija os passos, pois os resultados serão, com certeza, de realizações. Como optei por isso, hoje tenho muito mais do que pedi. Não estou falando apenas das conquistas materiais, mas da profunda paz que tenho e da certeza de total proteção. Sim, sou um homem plenamente realizado! Profissionalmente, quer como magistrado, advogado ou consultor, quer como esposo, pai e avô. Aos 72 anos, eu digo com orgulho: Eu sou a Universal!”

 

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Comentários

Comentar 3 comentários

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  1. Emanuel Alves disse:

    Parabéns meu conterrâneo, espero que haja muitos conterrâneos meus com muitas historias de sucesso… Deus do impossivel continue te abençoando…. Felicidades…

  2. Verônica Lucena disse:

    Um grande exemplo, muitos jovens não tem essa força e determinação que ele tem.

  3. Cristiane disse:

    Um exemplo.Testemunho completo .